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Perfilamento a LASER em Onça Puma para CVRD

Localização da Usina

Localização da Usina

Amostra de Minério Laterítico

Amostra de Minério Laterítico

Equipamento LASER Dentro da Aeronave

Equipamento LASER Dentro da Aeronave

Altimetria Digital na Escala 1:5.000

Altimetria Digital na Escala 1:5.000

Imagem de Composição na Escala 1:5.000

Imagem de Composição na Escala 1:5.000

O Projeto Onça Puma foi adquirido pela Companhia Vale do Rio Doce em Dezembro de 2005. Situado no município de Ourilândia do Norte, no sudeste do Pará, o Projeto visa o aproveitamento dos depósitos de níquel laterítico localizados nas serras do Onça e do Puma, que se estendem pelos municípios de Ourilândia do Norte, São Felix do Xingu e Parauapebas.

O complexo Onça Puma passou por uma primeira fase de pesquisa geológica na década de 70, conduzida pela Minerasul, subsidiária da Canadense Inco, e em 2001 a Canico Resource Corp. assumiu as áreas minerais naquela região.

Em 2002 iniciou-se uma extensa campanha de sondagem para definição dos recursos geológicos com 171.190 metros de sondagem, diamantada, executados até o final de junho de 2005.

A avaliação dos resultados da campanha revelou recursos minerais de 110,32 milhões de toneladas de minério laterítico (saprolítico), com teor médio de níquel contido de 1,72% (18%Fe2O3 25% MgO) e 314 milhões de toneladas de níquel limonítico, com teor médio de 0,75% de níquel contido (33%Fe2O3 2%MgO).

Mais de 500 toneladas de amostras de minério foram enviadas para a Noruega e Estados Unidos para comprovação de adequabilidade do processo ao tipo de minério, através de testes metalúrgicos, com excelentes índices de recuperação de ferroníquel, qualidade e estabilidade operacional.

O Estudo de Viabilidade, concluído em agosto de 2005, consolida o depósito como "Classe Mundial" e confirma a excelente viabilidade econômica do empreendimento.

A ESTEIO foi contratada para realizar o mapeamento que servirá como base para os projetos de engenharia da Onça Puma. Foi elaborado um levantamento planialtimétrico de precisão, utilizando LASER aerotransportado e câmera aérea fotogramétrica, na região de Ourilândia do Norte no Pará, totalizando 891,0 Km2 de mapeamento.

LEVANTAMENTO LASER

O equipamento utilizado pela ESTEIO S.A foi o ALTM 2025 da Optech Inc, este emite 25.000 pulsos LASER por segundo, possui ângulo de varredura de até 40° e pode voar com altitude de até 2.000 metros.

Para este serviço utilizou-se um ângulo de varredura de 20° onde a altura média de voo foi de 1000 metros. Estes parâmetros resultaram em um espaçamento médio entre os pontos, no terreno, de 1 metro.

CARACTERÍSTICAS

Algumas regiões de trabalho apresentam uma densidade de cobertura vegetal muito grande, além de dificuldade de acesso por via terrestre. Por este motivo o perfilamento LASER se mostrou ideal para a obtenção da altimetria do terreno.

As curvas de nível foram obtidas, utilizando-se o arquivo de pontos sobre o terreno (MDT - Modelo Digital de Terreno) no programa Socet Set da Leica, com a sua ferramenta de importação e manipulação de modelos digitais e algoritmos de suavização de curvas.

Com a informação dos arquivos processados (coordenadas E,N,h) dos pontos levantados e com o uso do programa QT Modeler da Johns Hopkins University, foram geradas imagens de composição, hipsométrica/intensidade, nas quais as diferenças de cota são apresentadas na forma de diferença de tonalidade e posteriormente fundidas as informações das diferenças de tonalidade dos pulsos LASER.

QUALIDADE DO MDT

A fim de comprovar a qualidade do MDT gerado, foram comparados 107 pontos distribuídos pela área do projeto. Estes pontos foram determinados através de processos topográficos e fornecidos a ESTEIO pela Onça Puma ainda foram acrescentados a esta analise 40 pontos levantados pela ESTEIO utilizando-se GPS por processo estático rápido. O serviço foi executado observando a qualidade, confiabilidade e dentro das tolerâncias topográficas conforme especificações abaixo:

  • Erro linear<= 0,50 metros para pontos sem vegetação;
  • Erro linear<= 2,00 metros para pontos com vegetação.

Foi feita a comparação entre as cotas dos pontos fornecidos pela ONÇA PUMA, levantamento topográfico, com o Modelo Digital do Terreno (MDT) gerado pelo LASER. Na tabela abaixo apresentamos os resultados da comparação altimétrica de cada ponto:


Total de Pontos

147

Pontos sem Vegetação

61

Pontos com Vegetação

86

Média Geral (m)

0,09

Desvio Padrão (m)

0,74


Os principais produtos e atividades desenvolvidas neste serviço foram:

  • Mapas na Escala de 1:5.000, com curvas de 1 em 1 metro (em meio digital), plotados em papel glossy paper (curvas de 5 em 5 metros);
  • Mapas na Escala de 1:20.000, com curvas de 5 em 5 metros (em meio digital), plotados em papel glossy paper (curvas de 25 em 25 metros);
  • Ortofotos adicionadas como pano de fundo nos mapas na Escala 1: 5.000 e 1:20.000;
  • Filmagem recobrindo a área do levantamento LASER em DVD's;
  • Imagens de composição hipsométrica/intensidade, adicionadas como pano de fundo nos mapas na Escala 1: 5.000;
  • Imagens de composição hipsométrica/intensidade, adicionadas como pano de fundo nos mapas na Escala 1: 20.000;
  • Arquivos de pontos MDE, MDT e MEV (pontos acima do terreno);
  • Mapa Chave Escala 1:50.000.

 

Página mantida pela Coordenação
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